The One With The Baby On The Bus
Aquele Com O Bebê No Ônibus


Escrito por Betsy Borns
Traduzido por Dani
Pequenos ajustes por Louise Green Geller


(Apartamento de Monica e Rachel)

MONICA: Quem é o garotinho lindo? Quem é o garotinho lindo? É você, é você, sim. Não chore. Não chore. Por que ele ainda está chorando?

ROSS: Deixe-me segurá-lo um pouquinho. Pronto (Bem para de chorar) Viu?

MONICA: Talvez seja eu.

ROSS: Não seja boba. Ben ama você. Ele só está sendo o Senhor Chorão.

CHANDLER: Sabe, uma vez eu saí com a Senhora Chorona. Adorável, mas caprichosa.

ROSS: Lá vamos nós. Bem melhor. (dá Ben de volta para Monica).

MONICA: Aqui está meu menininho lindo. (Ben começa a chorar de novo)

CHANDLER: posso ver uma coisa? (Pega Ben. Quando ele põe perto de Monica, ele chora. Quando tira, ele para)

JOEY: Legal.

MONICA: Ele me odeia. Meu sobrinho me odeia.

ROSS: Vamos, não faça isso.

MONICA: E se meu próprio filho me odiar? Hein? O que eu vou fazer?

CHANDLER: Monica, quer parar? Isso é bobeira. Você sabe quanto tempo vai levar antes de você realmente ter que lidar com esse problema? Quero dizer, você nem mesmo tem um namorado. Joey, ela não parece gorda.

(Chandler com uma bola de basquete se afastando e se aproximando de Monica)

JOEY: Sai, sai, sai, ah!!!

MONICA: Isso é tão divertido. Deixe-me ver. (joga a bola pela janela)

JOEY: Você está bem Ross?

ROSS: Não sei. Do que é essa torta?

MONICA: Ah, não sei, manteiga, ovo, óleo, limão, kiwi...

ROSS: Kiwi? Kiwi? Achei que tivesse dito torta de limão!

.MONICA: Não eu disse kiwi. É o que a faz tão especial.

ROSS: E é o que vai me matar. Sou alérgico a kiwi.

MONICA: Não, não é. Você é alérgico a lagosta e amendoim e.. oh meu Deus.

ROSS: Ugh.

MONICA: Oh meu Deus.

ROSS: Ugh. Definitivamente está piorando.

MONICA: Sua língua está inchando?

ROSS: Ou isso ou minha boca está diminuindo.

MONICA: Tudo bem, pegue seu casaco, vamos pro hospital.

JOEY: Ele vai ficar bem?

MONICA: Sim, ele só tem que tomar uma injeção.

ROSS: Sabe, sabe, acho que está melhorando. Não vamos mais. Alguém para...

MONICA: Seu casaco agora.

ROSS: E o Ben? Não podemos levar um bebê ao hospital.

CHANDLER: Nós olhamos ele.

ROSS: Acho que não.

JOEY: O que? Eu tenho sete irmãs caçulas. Tomei conta de centenas de crianças. Vamos, nós queremos ficar com ele, tá?

CHANDLER: Eu queria jogar basquete, mas acho que está fora da “janela”.

ROSS: Ok, bem, se vocês forem levá-lo para fora, levem seu chapéu e há uma mamadeira extra no freezer, e há fraldas extras na sacola.

JOEY: Chapéu, leite, legal.

ROSS: ??? (falando enrolado) Thro up a thro thro--a thro thro!

JOEY: Considere feito.

CHANDLER: Você entendeu?

JOEY: Sim, meu tio Sal tem uma língua muito grande.

CHANDLER: É ele que tem a esposa maravilhosa?

(Central Perk)

PHOEBE: Ei Rach, quer ouvir a música nova que eu estou pensando em cantar esta tarde? Escrevi esta manhã no chuveiro.

RACHEL: Ok.

PHOEBE: (cantando) Estou no chuveiro e estou escrevendo uma música. 

                Me pare se você já ouviu. 

                Minha pele está ensaboada e meu cabelo está molhado

                E Odarin escrito ao contrário é Nirado.

TERRY: Uh, Rachel, querida, posso falar com você um minuto?

RACHEL: O que foi?

TERRY: Para sua informação, eu decidi pagar uma música profissional para tocar aqui nos domingos a tarde. Seu nome é Stephanie... alguma coisa. Parece que ela é muito boa.

RACHEL: Mas e Phoebe?

TERRY: Rachel, não que sua amiga seja ruim, é que ela é tão ruim que me faz querer por meu dedo pelo meu olho, dentro do meu cérebro e girar.

RACHEL: Ok, ok, você não é um fã, mas, vamos lá, você não pode fazer isso a ela.

TERRY: Uh—

RACHEL: Ah, não não não não. Ah não não não não. Eu tenho que fazer isso com ela?

PHOEBE: (cantando) Ensaboe, enxágüe, repita

                E ensaboe, enxágüe, repita 

                E ensaboe, enxágüe, repita, quanto for necessário.

(Chandler e Joey estão rodeados com coisas de bebê e Ben)

CHANDLER: Sabe, acho que nós não trouxemos coisas suficientes. Você esqueceu de embrulhar a bigorna do bebê?

JOEY: Vai valer a pena. É sabido que as mulheres adoram bebês, certo? É aquela coisa sensível. Rápido, faça ele dar tchau pra’quele bando de gatas ali. Talvez uma delas saia. Não, espera, esquece, temos uma bem a esquerda. Tá bem, me dê o bebê.

CHANDLER: Não, eu estou com ele.

JOEY: Não, sério.

CHANDLER: Oh, sério que você quer ele?

CAROLINE: Olá.

MENINOS: Olá.

CAROLINE: E quem é essa coisinha linda?

CHANDLER: Bem, não que eu não seja modesto, mas, eu?

JOEY: Você quer cheirá-lo?

CAROLINE: Espero que a gente esteja falando do bebê agora.

JOEY: Oh, sim. Ele tem aquele cheirinho delicioso de bebê. Dê uma cheiradinha na cabeça dele.

CAROLINE: Acho que meu útero acaba de dar um salto.

JOEY: (para Chandler) O que eu te disse? O que eu te disse?

CAROLINE: Eu acho que é maravilhoso vocês estarem fazendo isso.

CHANDLER: Bem, nós somos caras legais.

CAROLINE: Você sabe, meu irmão e o namorado dele estão tentando adotar já tem três anos. Em que agência vocês foram?

(Central Perk)

PHOEBE: Mas, mas este é meu lugar. Aqui é onde eu toco. Meu, meu nome está escrito lá fora na lousa. Você sabe, não dá pra simplesmente apagar a lousa.

RACHEL: Querida, sinto muito.

PHOEBE: E ele vai pagar esta mulher? Por que ele não deu a ela um, trono, uma coroa e, você sabe, um bastão de ouro com uma bola na ponta.

RACHEL: Terry é um canalha, tá? Por isso nós estamos sempre dizendo: “Terry é um canalha!” É daí que vem isso.

PHOEBE: Tá, tá bem. Você provavelmente fez tudo que podia.

RACHEL: Ok, quer saber, deixe-me ver o que mais eu posso fazer. Tá certo, olha, por que você não deixa ela tocar depois da Stephanie sei lá o que. Quero dizer, você não vai nem mesmo estar aqui. Você não paga nada. Não vai te custar nada.

TERRY: Eu, eu não sei.

RACHEL: Vamos, Terry. Eu posso limpar a máquina de capuccino.

TERRY: Você não limpa a máquina de capuccino?

RACHEL: Claro que sim. Quer dizer, eu posso limpar. Limpaaaar.

TERRY: Oh, tá certo, tá bem, tá bem, tá bem.

RACHEL: Feito.

PHOEBE: Mesmo?

RACHEL: Sim. Quem vai trabalhar para você, querida?

PHOEBE: Oh! Oh meu Deus. Isso é tão excitante! Quanto eu vou ganhar?

RACHEL: O que?

PHOEBE: Bem, você disse que ele está pagando para as pessoas que tocam.

RACHEL: Oh, não, não não. Eu quis dizer que ele ia pagar a outra mulher porque ela é profissional.

PHOEBE: Bem, eu não vou ser a única a não ser paga.

RACHEL: Bem, mas Pheebs.

PHOEBE: Não, huh uh, me desculpe, não. Não, eu não sou como uma substituta, banda de caridade. Quer saber, há milhares de lugares na cidade onde as pessoas ficariam felizes de me pagar pra me ouvir tocar.

(Corta para a calçada).

PHOEBE: (cantando) Quando eu toco, eu toco pra mim, não preciso de caridade.

(Alguém põe uma moeda na capa do violão) Obrigado! La la la la la la la....

(No hospital)

ROSS: Bem, não tem jeito, vou levar uma agulhada. Talvez eles possam pegar a agulha e despejar o líquido na minha boca, sabe, como uma pistola de água.

MÉDICO: Olá. Sou Dr. Carlin. Estou vendo que alguém teve uma reação alérgica.

MONICA: Doutor, posso falar com o senhor um instante? Meu irmão tem uma certa fobia a agulhas.

ROSS: Você falou a ele sobre a minha idéia da pistola de água?

MONICA: Meu irmão, o PhD gostaria de saber se tem algum jeito de tratá-lo oralmente.

MÉDICO: Não, sob essas circunstâncias, tem que ser uma injeção e tem que ser agora.

ROSS: Ago...?

 (Monica balança a cabeça)

ROSS: Ohhh.

MONICA: Tá bem, sente. O médico disse que tem que ser uma injeção. Você tem que ser forte, tá bem? Pode fazer isso por mim?

ROSS: Ok.

MONICA: Ok. Oh garoto. Você está indo muito bem. Quer segurar minha mão? Tá certo Ross, não precisa apertar tanto. Querido, de verdade, não aperta tanto! Oh, Ross! Solta a minha mão!

(Na rua)

CHANDLER: Foi um bom plano, Joe. Da próxima vez que quisermos conhecer alguma mulher, vamos ao parque e nos beijamos! Ônibus, ônibus!

JOEY: Ei, ei, olha a habilidade.

CHANDLER: (pro motorista do ônibus) Só praticando. Você é bom. Vamos.

GAROTA 1 NO ÔNIBUS: Ei você. Ele é adorável.

CHANDLER: Ok, mas diga isso a ele, porque ele acha que é muito rosadinho.

GAROTA 2 NO ÔNIBUS: Então o que vocês vão fazer hoje?

JOEY: Oh não estamos saindo. Não, não. Somos só dois caras heterossexuais, passeando com o filho de outro amigo heterossexual, fazendo coisas de amigos.

CHANDLER: Pronto?

JOEY: Sim.

GAROTA 1: Oh, é nosso ponto.

JOEY: Vamos sair daqui. É nosso ponto também.

GAROTA 2: Vocês moram por aqui?

JOEY: Oh, sim, sim, claro. Moramos no prédio do outro lado da calçada.

CHANDLER: Você conhece?

JOEY: Ei, olha, já que somos vizinhos e tal, o que diz de sairmos pra tomar alguma coisa?

GAROTA 1: Então, quer ir ao Marquel's?

CHANDLER: Oh, claro, eles nos adoram lá..

GAROTA 2: Onde está seu bebê?

CHANDLER E JOEY: (correndo atrás do ônibus) Ben! Ben! Ben!

CHANDLER: Oh, que bom. Talvez ele te escute e puxe a cordinha.

AMBOS: Pare o ônibus! Espere! Espere! Espere!

(No hospital)

MONICA: Tem certeza que não quebrou, porque tá doendo muito.

MÉDICO: Não, foi só uma contusão. E, bem aqui é o machucado causado pelo anel.

ROSS: Oh, me desculpe. Sinto muito, sinto muito, muito, muito, muito! Ei! Ei! Meus s’s voltaram! O que podemos comemorar mais tarde.

(Central Perk)

PHOEBE: (cantando) ...Com o menino da junta dupla, dupla, dupla! (normal) Ei. Então, você é a cantora profissional?

STEPHANIE: Sim. Sou Stephanie.

PHOEBE: Certo. Meu nome estava lá, mas agora só está escrito bolo de cenoura. Então, quantos acordes você sabe?

STEPHANIE: Todos.

PHOEBE: Oh sim, então você sabe D?

STEPHANIE: Sim.

PHOEBE: Ok, você sabe o A menor?

STEPHANIE: Sim.

PHOEBE: Ok, você sabe como ir do D pro A menor?

STEPHANIE: Sim.

PHOEBE: Ok. E seu violão tem faixa?

STEPHANIE: Não.

PHOEBE: Oh. O meu tem. (cantando) Stephanie sabe todos os acordes. (faz careta)

(Na rua)

CHANDLER: (no telefone público) Vamos, atenda, atenda! Olá? É da Polícia de Trânsito? Sim, olá. Estou fazendo uma pesquisa pra um livro e estava pensando se alguém esquecer um bebê num ônibus. Sim, concordo que seria uma pessoa muito estúpida.

JOEY: Oi, é o seguinte. Nós perdemos uma cadeirinha de bebê no ônibus hoje. É de plástico branco, com puxador e serve para passear. Ah, e tem um bebê nela. Ele quer falar com você de novo.

(Central Perk)

RACHEL: Ok, todo mundo, vamos dar um aplauso de bem vinda ao Central Perk a ...

PHOEBE: (cantando furiosa) Terry é um canalha, e ele não me deixa trabalhar, e eu odeio o Central Perk!

RACHEL: Uh, para Stephanie Schiffer.

STEPHANIE: Obrigado. Eu gostaria de começar com uma música que eu escrevi para o primeiro homem que eu amei. (cantando) Zachary.

PHOEBE: (cantando/gritando) Vocês estão todos convidados pra me morderem!

(Na polícia)

CHANDLER E JOEY: Oi. Somos os caras que ligaram sobre o bebê. Deixamos o bebê no ônibus. Ele está aqui? Está aqui?

POLICIAL DE TRÂNSITO: Ele está aqui. (Chandler e Joey se olham aliviados) Presumo que um de vocês é o pai.

CHANDLER: Sou eu.

JOEY: Eu sou ele.

CHANDLER: Na verdade, nós dois somos pais. (Abraça Joey)

AMBOS: (mas para bebês diferentes) Oh, Ben! Ei, amigão!

CHANDLER: Por favor, diga que você sabe qual é o nosso bebê.

JOEY: Bem, bem, aquele tem patos na camiseta e este tem palhaços. E Ben definitivamente usava patos.

CHANDLER: Ok.

JOEY: Ou palhaços. Oh, espere. Aquele é mesmo o Ben. Ele tem aquela covinha linda.

CHANDLER: É?

JOEY: É.

CHANDLER: Ei, Ben, lembra de nós? Ok, a covinha sumiu.

JOEY: Ahh!

CHANDLER: O que vamos fazer? O que vamos fazer?

JOEY: Uh, uh, vamos no cara e coroa. Patos ou palhaços.

CHANDLER: Oh, vamos no cara ou coroa escolher o bebê?

JOEY: Tem uma idéia melhor?

CHANDLER: Tá certo, joga.

JOEY: Cara.

CHANDLER: Deu cara.

JOEY: Sim! Valeu!

CHANDLER: Nós temos que escolher cara pra alguma coisa.

JOEY: Certo. Ok, ok, uh, pato é cara, porque patos tem caras.

CHANDLER: Que tipo de palhaços sem caras vinham no seu aniversário?

 (na calçada do Central Perk)

RACHEL: Ei.

PHOEBE: Oh, oi.

RACHEL: Aqui. Achei que você pudesse estar com frio.

PHOEBE: Obrigada.

RACHEL: Olha, veja só você! Até que foi muito bem.

PHOEBE: Oito dólares e 27 centavos. Não de verdade, porque eu coloquei os primeiros dois, pra, você sabe, estimular o povo a colocar e também pra me sentir melhor.

RACHEL: E melhorou?

PHOEBE: Não. Esse negócio de tocar por dinheiro não é legal pra mim. Sabe, eu não sei, quando eu canto “su-su-suicídio”, eu ganho um dólar e 75 centavos. Mas então, eu canto “Gato fedido” e ganho 25 centavos e uma camisinha. Agora eu me sinto muito mal por “Gato fedido”.

RACHEL: Bem, sabe querida, eu acho que nem todo mundo entende “Gato fedido”. Sabe, quero dizer, se todos somente tivessem bichinhos saudáveis, então, whoosh!

PHOEBE: Não é nem isso. Eu costumava fazer minhas canções porque me deixavam feliz, mas agora é como se fosse só pelo dinheiro.

RACHEL: Bem, as pessoas sentiram sua falta lá dentro. E na verdade, havia um pedido pra “Gato fedido”.

PHOEBE: Verdade? De quem?

RACHEL: Bem, fui eu. E eu sei que não é a sua música de mais “dinheiro”, mas é a minha favorita.

MENINO: Oi. Uh, será que eu deixei cair sem querer uma camisinha na sua caixa? É uma emergência.

PHOEBE: Sim. Aqui vai.

MENINO: Valeu. Ei Christine, achei!

 (apartamento de Monica e Rachel)

ROSS: Só quero agradecer por estar lá comigo hoje. E me desculpe, eu, eu quase quebrei a sua mão.

MONICA: Tudo bem. Me desculpe ter “envenenado” você.

ROSS: É. Ei, lembra quando eu enfiei aquele lápis na sua mão?

MONICA: Lembrar? O que você acha que é isso, uma sarda?

ROSS: Oh.

MONICA: Espera, e aquela vez que eu acertei o seu rosto com a abóbora do Silvian?

ROSS: Oh, cara. Oh, lembra quando eu enfiei aquela vassoura no aro da sua bicicleta e você voou e bateu a cabeça no meio fio?

MONICA: Não. Mas eu lembro das pessoas me contando isso.

ROSS: Eu queria que Ben tivesse uma irmãzinha.

MONICA: É. Espero que ela possa chutar traseiro dele.

ROSS: Vou pegar um novo band-aid. Ei, lembra quando eu cortei as pernas do seu Ken Malibu?

MONICA: Foi você?

ROSS: Elas, uh, estavam infeccionadas. Ele não teria sobrevivido.

MONICA: Ah, meu pequeno sobrinho. Vem aqui, pequenininho. Aqui está meu bebezinho Ben. Ei, ele não está chorando.

CHANDLER: (olhando para Joey) Ei, ele não está chorando.

 (Ben começa a chorar)

JOEY: Que bom! (Monica olha pra ele) Ainda tem torta.

ROSS: Estou aqui. Como está o meu garotinho? Quer que o papai troque a sua fralda? Então, você se divertiu com o tio Joey e o tio Chandler hoje?

JOEY: Oh, sim, ele andou de ônibus hoje.

ROSS: Ohhh. Grande garoto, andando de ônibus.... Ei, tenho uma pergunta. Como esse escrito “Propriedade do serviço social” veio parar aqui?

CHANDLER: Você, você vai amar isso.

ROSS: Dá pra você segurar Ben por um segundo? Vem aqui. Vem aqui.

CHANDLER: Para trás, eu tenho kiwi. Corre Joey, corre!

(Central Perk)

STEPHANIE: (cantando) Gato fedido, gato fedido, do que eles estão te alimentando?

PHOEBE: Não, não, não. Desculpe. É gato fedido, gato fedi-do.

STEPHANIE: Gato fedido, gato fedi-do...

PHOEBE: Melhor. Sim.

STEPHANIE: Sim?

PHOEBE: Sim, muito melhor. E quer sabe, não se sinta mal, porque é uma música muito difícil.

STEPHANIE: Sim.

PHOEBE: Quer tentar de novo?

STEPHANIE: Sim. Do refrão?

PHOEBE: Ok, não há refrão. Essa é a beleza de Gato fedido. Um, por que você não me acompanha?

STEPHANIE: Ok.

PHOEBE: Mmmm hmmm.

JUNTAS: Gato fedido, gato fedido, do que eles estão te alimentando? Gato fedido, gato fedido, não é sua culpa.

PHOEBE: É demais, desculpe.

 

Final